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FABRICO DE JORNAIS – A Era Analógica

FABRICO DE JORNAIS (A Era Analógica)

Este registo fala-nos das condicionantes inerentes ao fabrico de um jornal em papel antes da era digital, quando a notícia impressa precisava de chegar a tempo e horas aos pontos mais remotos do país.

Um retrato de uma era em transformação tecnológica.

A Rotativa do “Diário de Lisboa” 

Neste vídeo, vemos imagens das instalações da empresa Lisgráfica, em que dos sócios foi Ruella Ramos, diretor do mítico “Diário de Lisboa”. Aqui, podemos encontrar uma exposição de várias máquinas usadas na feitura de jornais, onde se destaca a rotativa M.AN. da “Renascença Gráfica”, a mesma que se situava no andar inferior desse jornal, e que segundo Vítor da Silva, viu imprimir o primeiro número do jornal “Expresso” em 1973.

O designer Vítor da Silva, que colaborou com o “Diário de Lisboa” entre 1965 e 1968 e desenhou o jornal “Expresso” em 1973, descreve-nos o funcionamento da rotativa cujos jornais acompanhava “à boca da máquina”.

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Vítor da Silva esteve ligado ao mundo da imprensa dos anos cinquenta até meados dos anos oitenta. Foi o criador do grafismo de títulos como o “Expresso” e o “Tempo”, tendo colaborado também com os jornais “Diário de Lisboa”, “Diário de Notícias” e concebido o logótipo original do “Correio da Manhã“.

Este vídeo é parte integrante da série “Design de Imprensa”, que aborda um pouco da história do design editorial da imprensa portuguesa. A série é constituída pelos conteúdos extra do documentário “No Momento – Vítor da Silva & Design de Imprensa” produzido e realizado por Rui Martins, com entrevistas de Rui Martins e do type designer Ricardo Santos.

M.L.

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